Desconheço a razão de estar escrevendo para você. Entretanto, já é fácil perceber que isto não possui início, meio e tampouco fim.
Assim como nós. Uma fantasia que, por influência da paciência e afeto que ambos nutrimos, foi dando certo. E assim espero que seja e permaneça.
Vou embora com o choro oprimido e a garganta latejando. Os olhos marejados e o coração partido.
Apenas esperando sentir uma "ausência presente", como diria @FelipeVoigt...
Ainda me questiono sobre os propósitos da vida. Não é justo ter que partir e deixar parte de mim! Entretanto, você veio completar um vazio tão grande...
Tudo que precisei encontrei na tua presença.
Mas como havia dito no início deste desabafo, talvez não haja fim...
Minha vista já está turva pela quantidade de lágrimas que meus olhos acolhem.
Sentirei sua falta.
Mas deixo com você um pouco de mim, para que não se esqueça do quanto te gosto.
18 de fev. de 2010
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